Arbitragem nos contratos de locação imobiliária

2 de abril de 2018 por na categoria Blog CMARP with 0 and 0

Imagem locaçãoA impossibilidade de novas locações no período em que o locatário permanece no imóvel, tendo em vista a morosidade do poder judiciário sempre refletirá em grandes perdas para o locador e consequentemente à imobiliária.

O retardamento numa decisão definitiva poderá oportunizar o ato evasivo de venda patrimonial por parte do fiador de má-fé.

A relação custo x benefício frente ao judiciário, indiretamente, com o resultado da decisão arbitral a recuperação dos valores investidos será rápida e certa.

Com a decisão arbitral de pagamento dos aluguéis devidos e despejo do locatário tem-se um título executivo judicial, cabendo ao judiciário simplesmente executar a sentença.

Rápida e sem burocracia, a arbitragem – que foi instituída no País em 1996 – assegura igualdade de tratamento entre os litigantes, quer sejam pessoas físicas ou jurídicas, e garante o amplo direito de defesa. Como as partes podem escolher o árbitro de comum acordo e estabelecer as normas procedimentais a serem observadas, a tramitação do litígio não fica presa ao sistema de prazos e recursos da legislação processual civil. A solução definitiva é rápida, em até 6 meses, segundo parâmetros estabelecidos pela Lei da Arbitragem estabelece. Nos tribunais, as ações judiciais demoram anos – e até décadas – para serem julgadas, até se esgotarem todas as possibilidades de recursos.

Outra grande vantagem da arbitragem, é a de que os árbitros são especialistas nas matérias em discussão. Na arbitragem, as partes confiam na consistência técnica dos laudos arbitrais.

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