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Direito Sistêmico

Direito Sistêmico

O Direito Sistêmico é uma expressão criada pelo Dr. Sami Storch (Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia), e tem como fundamento a utilização da constelação sistêmica no tratamento de conflitos. A constelação sistêmica foi desenvolvida por Bert Hellinger, e atua sob uma ótica baseada em ordens superiores que regem as relações humanas.

Nas palavras do Dr. Sami Storch:

“Segundo essa abordagem, diversos problemas enfrentados por um indivíduo (bloqueios, traumas e dificuldades de relacionamento, por exemplo) podem derivar de fatos graves ocorridos no passado não só do próprio indivíduo, mas também de sua família, em gerações anteriores, e que deixaram uma marca no sistema familiar”.

Em síntese, “as constelações familiares consistem em um trabalho no qual pessoas são convidadas a representar membros da família de uma outra pessoa (o cliente) e, ao serem posicionadas umas em relação às outras, sentem como se fossem as próprias pessoas representadas, expressando seus sentimentos de forma impressionante, ainda que não as conheçam. Vêm à tona as dinâmicas ocultas no sistema do cliente que lhe causam os transtornos, mesmo que relativas a fatos ocorridos em gerações passadas, inclusive fatos que ele desconhece”.

“Pode-se propor frases e movimentos que desfaçam os emaranhamentos, restabelecendo-se a ordem, unindo os que no passado foram separados, proporcionando alívio a todos os membros da família e fazendo desaparecer a necessidade inconsciente do conflito, trazendo paz às relações.

O Direito sistêmico vê as partes em conflito como membros de um mesmo sistema, ao mesmo tempo em que vê cada uma delas vinculada a outros sistemas dos quais simultaneamente façam parte (família, categoria profissional, etnia, religião etc.) e busca encontrar a solução que, considerando todo esse contexto, traga maior equilíbrio.

Em ações de família, muitas vezes uma constelação simples, colocando representantes para o casal em conflito e os filhos, é suficiente para evidenciar a existência de dinâmicas como a alienação parental e o uso dos filhos como intermediários nos ataques mútuos, entre outros emaranhamentos possíveis. Essas explicações têm se mostrado eficazes na mediação de conflitos familiares e, em cerca 90% dos casos, as partes reduzem resistências e chegam a um acordo”. Acesse na íntegra, clique aqui.

A constelação pode ser utilizada pela parte interessada de forma isolada, ou dentro de um procedimento de mediação.

Se dentro do procedimento de mediação, a parte interessada deve solicitar ao mediador a suspensão da mediação e o encaminhamento para uma sessão de constelação.

Mas se a parte interessada ainda não participa de um procedimento de mediação, basta clicar no botão abaixo e solicitar o agendamento de uma sessão. Solicitar Sessão de Constelação Sistêmica